segunda-feira, 27 de julho de 2015

O Mar Infinito - Rick Yancey

O meu exemplar:
1ª Edição, ano 2015
N.º páginas: 272
Editorial Presença

Sinopse:
"Cassie Sullivan e seus amigos sobreviveram às quatro ondas de destruição provocadas pelos Outros. Agora, com a raça humana quase exterminada e a 5ª Onda encobrindo a Terra, os sobreviventes devem escolher: encarar o inverno e esperar o retorno de Evan Walker ou partir à procura de abrigo antes que o inimigo os alcance. Porque o próximo ataque é mais do que possível – ele é inevitável.
Os homens ainda não viram as profundezas até onde os Outros podem descer nem os Outros viram a que alturas a humanidade pode se erguer. Esta é a derradeira batalha entre vida e morte, esperança e desespero, amor e ódio
" (Fonte: www.goodreads.com)
O que penso:
Desde que li A 5ª Vaga que fiquei rendida à história que Rick Yancey tem para nos contar. Quando peguei no primeiro volume não sabia que ia ser uma trilogia, nem que ia haver uma adaptação cinematográfica (esperada para Janeiro de 2016). Fiquei rendida logo de início. Assim que saiu o segundo volume [O Mar Infinito] fiz logo a encomenda, tal era a minha ansiedade para o ter. Agora tenho opiniões um pouco contraditórias sobre este livro. Ele está dividido em dois: O Primeiro Livro e o Segundo Livro. Em ambos a escrita é fenomenal, fantástica e muito única do autor que já tinha notado no primeiro volume da trilogia. O Primeiro Livro foi um pouco aborrecido, mesmo com uma escrita tão boa, o desenrolar da história não me estava a cativar. No Segundo Livro tudo muda. Tona-se de novo interessante, cativante e empolgante. Fiquei curiosa e queria saber mais e mais do que realmente se estava a passar.
Um facto importante neste livro é que não lemos só a perspetiva da Cassie e do Evan (como no primeiro), mas também a da Ringer. Conhecer o lado dela, de onde veio, como pensa e porque tem os comportamentos que tem é interessante e passei a gostar muito dela.
Agora falta vir o último. Tem data marcada para Agosto nos Estados Unidos, mas para Portugal ainda não se sabe. Fiquei com a expectativa em alta e muito curiosa para ver o filme, cujo elenco conta com Chloë Grace Moretz no papel de Cassie.
Cotação:
* * *  (3 em 5)

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sábado, 18 de julho de 2015

A Improvável Viagem de Harold Fry - Rachel Joyce

O meu exemplar:
1ª Edição, ano 2014
N.º páginas: 312
Porto Editora

Sinopse:
"Para Harold Fry os dias são todos iguais. Nada acontece na pequena aldeia onde vive com a mulher Maureen, que se irrita com quase tudo o que ele faz. Até que uma carta vem mudar tudo: Queenie Hennessy, uma amiga de longa data que não vê há vinte anos, e que está agora doente numa casa de saúde, decide dar notícias. Harold responde-lhe rapidamente e sai para colocar a carta no marco do correio. No entanto, está longe de imaginar que este curto percurso terminará mil quilómetros e 87 dias depois. E assim começa esta improvável viagem de Harold Fry. Uma viagem que vai alterar a sua vida, que o fará descobrir os seus verdadeiros anseios há tanto adormecidos e sobretudo vai ajudá-lo a exorcizar os seus fantasmas. Com este seu romance sobre o amor, a amizade e o arrependimento, A improvável viagem de Harold Fry, que recebeu o National Book Ward para primeira obra, Rachel Joyce revela-se uma irresistível contadora de histórias." (Fonte: www.wook.pt)

O que penso:
Esta opinião vai ser extremamente pequena, pois tenho pouco a dizer sobre este livro. 
Após ler a sinopse na altura em que o livro foi lançado, achei que ia ser um livro fantástico. Ao começar a leitura até pensei que se ia tornar num dos meus preferidos. O inicio é bom, a premissa é interessante... Mas falta algo no Sr. Harold Fry. Por volta da página sessenta e pouco deixei de gostar do livro. Aborreceu-me, não evoluía, era sempre mais do mesmo. Sinceramente não gostei. A ideia era boa, simpatizei com a "caminhada para salvar a amiga do cancro" mas não funcionou comigo. 


Já leram? Gostaram? Deixem as vossas opiniões, gosto sempre de saber o que as outras pessoas pensam.
Cotação:
* * (2 em 5)

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terça-feira, 7 de julho de 2015

O Diário de Anne Frank - Versão Definitiva


O meu exemplar:
Janeiro, 2012 - Edição Especial Anne Frank House
N.º páginas: 440
Editora Livros do Brasil

Sinopse:
"Escrito entre 14 de junho de 1942 e 1 de agosto de 1944, O Diário de Anne Frank foi publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa de seu pai, revelando ao mundo o dia a dia de dois longos anos de uma adolescente forçada a esconder-se, juntamente com a sua família e um grupo de outros judeus, durante a ocupação nazi da cidade de Amesterdão.
Todos os que se encontravam naquele pequeno anexo secreto acabaram por ser presos em agosto de 1944, e em março de 1945 Anne Frank morreu no campo de concentração de Bergen-Belsen, a escassos dois meses do final da guerra na Europa. O seu diário tornar-se-ia um dos livros de não-ficção mais lidos em todo o mundo, testemunho incomparável do terror da guerra e do fulgor do espírito humano." (Fonte: www.fnac.pt)

Algumas notas:
Antes de começar, faço notar que esta é a versão definitiva. Existem várias versões do Diário: A versão A - Diário original de Anne e não editado; Versão B - Diário editado por Anne; Versão C - Diário mais curto, editado pelo pai, com material das edições A e B. A Versão Definitiva é alargada e foi aprovada pelo Anne Frank Fonds, tendo esta toda a informação recolhida.

Não vou dar uma opinião com um cunho muito pessoal sobre O Diário de Anne Frank, pois não tenho formação adequada para tal. Dizer que gostei ou não gostei não é válido, pois não é apenas um livro. É um diário e foi uma realidade de uma adolescente a viver num anexo fechada durante anos.
Ao lermos é fácil sermos transportados para a nossa própria adolescência, com todas as dúvidas, problemas, indecisões e descobertas pelas quais Anne passa. Percebemos muito bem a relação que ela manteve com as pessoas que viviam com ela no anexo e o seu desejo de voltar ao exterior. 
Esta obra é muito importante para o mundo, quer se goste ou não dela, quer se simpatize ou não com Anne. Para quem se interessa pelas dificuldades que os judeus passaram durante a II Guerra Mundial, este é uma fonte honesta de informação, pois é uma escrita crua e relata tudo o que duas famílias viveram num pequeno anexo, escondidas do mundo.


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quarta-feira, 1 de julho de 2015

A Educação de Felicity - Marion Chesney


O meu exemplar:
1ª Edição, ano 2015
N.º páginas:240
Edições ASA

Sinopse:
"Numa época em que as mulheres da nobreza só dispõem de duas opções - casar ou esperar que um parente rico morra - as irmãs Tribble não têm sorte nenhuma. Não só ainda não encontraram o amor como, após anos de bajulação a uma intratável tia velha, veem o seu nome apagado do testamento aquando da sua morte.
As românticas Amy e Effie Tribble sonhavam com ricos jantares de carne assada e batalhões de criados aduladores mas agora estão oficialmente na penúria. Ironicamente, é neste cenário desolador que lhes ocorre uma ideia brilhante: colocar a sua educação esmerada ao serviço das jovens mais "difíceis", apresentá-las à sociedade e arranjar-lhes casamento.
Não contavam que a sua primeira cliente fosse Lady Felicity Vane, cuja rebeldia ameaça enlouquecer a sua própria mãe e arruinar o projeto sentimental de Amy e Effie. A jovem prefere caçar com os amigos a pensar em casar. Mal ela sabe que o seu suposto pretendente é o homem que mais a irrita (e que mais irritado se sente por ela). Felicity nunca admitirá que o seu coração treme ao ver Charles Ravenswood, principalmente porque o elegante marquês parece não ter paciência nenhuma para as suas extravagâncias. O clima entre ambos é tão tenso que, se soubessem o que as irmãs planeiam, o resultado seria, no mínimo, desastroso…" (Fonte: www.wook.pt)

O que penso:
Não devemos julgar um livro pela capa. Não devemos, mas é certo que por vezes julgamos. Eu admito que o que me atraiu em primeiro lugar foi a capa. É bonita, é apelativa, tem bastante cor, o design é fabuloso.... Quando li a sinopse fiquei ainda mais interessada. Pareceu-me ser o meu tipo de livro para uma leitura mais leve (depois de ler Kafka, bem precisava de algo divertido). Ainda continuando bom a beleza do livro, quando o comecei a folhear e me deparei com páginas ainda mais bonitas que a capa fiquei boquiaberta. Não me canso de dizer que este é o livro fisicamente mais bonito que alguma vez vi e tive na minha posse. Aqui ficam algumas fotografias para comprovar o quão bonito é:


Falando agora da obra em si, porque de nada nos vale ter um livro muito bonito e floreado se o seu conteúdo não for bom. Adorei A Educação de Felicity. A escrita é fluída, é uma leitura leve, as cerca de duzentas páginas lêem-se de uma ou duas vezes e a história é cativante. Sem desvendar o desenrolar da história, posso dizer que as irmãs Tribble são muitíssimo engraçadas e completam-se com as suas diferenças. Estas solteironas fazem o leitor sorrir em várias fases do livro, pois são tão caricatas que acabamos por nos identificar  com um ou outro traço da sua personalidade. Quanto a Felicity, posso dizer que gostei dela também, especialmente por me ter identificado – a sua rebeldia fez-me lembrar a minha na adolescência. Aconselho este livro a toda a gente. Eu não sou a maior fã de romances históricos e adorei este, talvez por ser divertido e caricato da Regência Britânica e da nobreza inglesa. 

Cotação:
* * * * * (5 em 5)

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