domingo, 27 de setembro de 2015

A Rapariga no Comboio - Paula Hawkins

O meu exemplar:
1ª Edição, ano 2015
N.º páginas: 320
Editora Topseller

Sinopse:
"O êxito de vendas mais rápido de sempre. O livro que vai mudar para sempre o modo como vemos a vida dos outros.
Todos os dias, Rachel apanha o comboio... No caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita, quase igual à que ela perdeu recentemente.
Até que um dia... Rachel assiste a algo errado com o casal... É uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada. Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, afetando as vidas de todos os envolvidos.
De leitura compulsiva, este é o thriller do momento, absorvente, perturbador e arrepiante.
" (Fonte: www.goodreads.com)


O que penso:
Depois de ter ouvido falar tanto deste livro, no Facebook, no Youtube, nos Websites das livrarias, em revistas, até na rua... Decidi que tinha de o ler. As minha espectativas não eram altas, porque nestes casos, quando um livro é muito falado, por vezes é apenas uma máquina de bom marketing a trabalhar que lhe dá todo o sucesso. Assim, aventurei-me neste comboio a pensar que ia sair logo na primeira estação. 
Enganei-me.
Bem, ao início pensei que estava certa. Não simpatizei nem um bocadinho com a Rachel e a única personagem que me pareceu simpática e com juizo foi a Anna. Pensei em desistir, mas algo começou a cativar-me e acho que foi a um terço do livro que comecei a perceber a razão das personagens serem como são. Afinal, não são doidas e antipáticas... São como todos nós, humanos cheios de defeitos e com problemas na vida.
Não vou desvendar nada sobre o desenrolar da trama, porque é uma surpresa tão boa, um livro tão bom que merece ser lido e que vai surpreender até os leitores mais perspicazes. 
Fiquei muito contente por não ter desistido, adorei o final (o que é raro; para mim os finais são sempre muito problemáticos), não estava à espera de ficar com um carinho tão grande pela Rachel e de a compreender tão bem.
Se tiverem oportunidade, leiam a Rapariga no Comboio. Não se vão arrepender e é uma leitura bastante rápida, devido à sua escrita cativante assim que fiquemos embrenhados na história.
 
Cotação:
* * * * (4 em 5)

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sábado, 26 de setembro de 2015

Um Dia Sonhei Que Voava - Taichi Yamada


O meu exemplar:
1ª Edição, ano 2007
N.º páginas: 188
Civilização Editora

Sinopse:
"Taura, um director de vendas de 48 anos, é colocado numa sucursal da sua empresa no Norte do Japão, longe da família. Sucumbindo à solidão e às pressões do seu cargo, é vítima de um acidente que provoca involuntariamente e é hospitalizado. 
No hospital, conhece Mutsuko, uma mulher de 67 anos, e os doisa paixonam-se.Mais tarde, já após ter alta, Taura reencontra Mutsuko e fica a saber que ela vive uma existência de regressão, que se manifesta a nível físico. Ao longo de uma série de encontros, Mutsuko aparecerá cada vez mais jovem,alterando por completo a vida de Taura e a relação de ambos." (Fonte: www.goodreads.com)

O que penso:
Nunca tinha lido nada de autores japoneses, mas após ter agarrado este livro por acaso, decidi arriscar. Nunca tinha ouvido falar sobre esta obra nem sobre o autor.
Começo por dizer que as história é interessante e cativante. Ao lê-lo tive sempre a sensação de que a frase tão popular "quem me dera saber o que sei e ter a tua idade" é apenas uma frase sem sentido, pois termos o conhecimento de uma pessoa que já viveu cerca de 80 anos é mau quando se tem 60, 50, 20, 11, 4... Pode parecer boa ideia saber muito sobre a vida quando se é mais novo, mas após ter visto o que aconteceu à Mutsuko,q ue teve esta progressiva diminuição da idade, não é uma ideia assim tão brilhante.
Posto esta situação da idade de parte, trata-se também de um adultério, de um homem que ganha umas habilidades estranhas, de um local de trabalho de fachada e de uma família comum (com os problemas que isso trás). 
Se por acaso se cruzarem com este livro, não o deixem passar. É pequenino, mas é uma pequenina surpresa boa!
 
Cotação:
* * * (3 em 5)

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

A Arte da Guerra - Sun Tzu

O meu exemplar:

1ª Edição, ano 2009
N.º páginas: 104
Bertrand Editora: 11x17

Sinopse:
"«Existem cinco factores que permitem que se preveja qual dos oponentes sairá vencedor:

Aquele que sabe quando deve ou não lutar;
Aquele que sabe como adoptar a arte militar apropriada de acordo com a superioridade ou inferioridade de suas forças frente ao inimigo;
Aquele que sabe como manter seus superiores e subordinados unidos de acordo com suas propostas;
Aquele que está bem preparado e enfrenta um inimigo desprevenido;

Aquele que é um general sábio e capaz, em cujas decisões o soberano não interfere.»" (Fonte: www.wook.pt)

O que penso:
Sempre tive curiosidade em ler este livro e aproveitei esta versão de bolso com um preço em conta. 
A leitura dele é muito fácil, pois está escrito por tópicos e dividido por temas. O livro tem o valor que tem, tendo sido escrito por quem foi (estratega militar chinês).
Foi interessante esta leitura completamente fora da minha zona de conforto, aprendi coisas novas e isso é sempre bom!
Aconselho a leitura desta obra, (é pequenina, lê-se de uma vez) pois podemos aproveitar alguns dos ensinamentos de Sun Tzu (não para a guerra, não queremos isso!), mas para o nosso dia-a-dia. Há quem o leia como um guia para o sucesso das empresas. Quem sabe, não estão a pensar criar algo e este livro pode ser uma ajuda... Se funciona ou não, isso não sei, mas é interessante e ficamos a olhar de uma forma mais "estratégica" para as guerras. 

Cotação:
* * * * *  (5 em 5)


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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Mr. Chartwell - Rebecca Hunt

O meu exemplar:
1ª Edição, ano 2012
N.º páginas: 321
Civilização Editora

Sinopse:
"Julho de 1964. Na sua casa de Kent, Winston Churchill acorda e depara-se com uma visita: alguém que já não via há algum tempo, uma forma maciça, escura e muda que o observa. É Mr. Chartwell. Em Battersea, Esther Hammerhans, jovem, vulnerável e sozinha, abre a porta ao seu novo hóspede. Pelo vidro vê uma enorme silhueta. É Mr. Chartwell. Ele é carismático e perigosamente sedutor, mas à medida que as vidas de Esther e de Winston se aproximam lentamente, serão eles capazes de resistir aos seus estranhos e poderosos encantos e à sua força? É que os intuitos de Mr. Chartwell são muito mais sombrios e profundos do que parecem." (Fonte: www.wook.pt)

O que penso:
Admito que comprei este livro pela capa. É muito engraçada e deu-me a perceção de que o livro ia ser extremamente divertido. Além disso, adoro cães. Como a sinopse era um pouco misteriosa, aventurei-me sem saber bem o que esperar.
A história é divertida, mas também é séria, pois trata de um assunto delicado: a Depressão. Não fujam deste livro a sete pés, como eu faria se soubesse do que se tratava. Eu não o ia ler, porque pensaria algo do género "Ah, que coisa tão séria... Queria algo mais LEVE". Mas ele É leve. E divertido, e faz-nos rir. A forma como a autora tocou no assunto é muito iteressante. Não quero alongar-me muito sobre esta doença, pois só quem sofre dela ou conhece quem tenha passado por isso sabe realmente como funciona e o quão complicada é. 
Conhecemos as personagens principais: Mr. Chartwell (ou Black Pat), Winston Churchill e Esther. Simpatizei com todas desde o início, se bem que a introdução à história é muito misteriosa e não sabemos bem o que se passa e quem é quem. Mas cerca de dez páginas depois tudo faz sentido.
Posso dizer que gostei do livro. Não foi nada do outro mundo, mas proporcionou-me bons momentos de leitura.
 
Cotação:
* * * (3 em 5)

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